Objetivo
Projetar e atestar a eficácia dos sistemas de para-raios e malhas de aterramento, desviando e dissipando as correntes de raios com segurança para o solo, protegendo a estrutura predial, os equipamentos eletroeletrônicos e as vidas humanas.
00 Proteção contra raios
O SPDA (Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas) protege sua edificação — e as pessoas dentro dela — contra os efeitos de uma descarga elétrica atmosférica.
SPDA é a sigla de Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas — o que a maioria das pessoas chama de "para-raios". É um conjunto de captores, condutores e um sistema de aterramento projetado para captar uma descarga atmosférica e conduzi-la com segurança até o solo, evitando que ela passe pela estrutura da edificação ou pelas instalações elétricas internas. No Brasil, o projeto e a execução do SPDA seguem a NBR 5419.
Parte essencial de um SPDA é o sistema de aterramento: para funcionar corretamente, ele precisa ter uma resistência de aterramento dentro dos parâmetros do projeto — por isso o ensaio periódico de continuidade e resistência é parte do serviço, não um extra.
Projetar e atestar a eficácia dos sistemas de para-raios e malhas de aterramento, desviando e dissipando as correntes de raios com segurança para o solo, protegendo a estrutura predial, os equipamentos eletroeletrônicos e as vidas humanas.
ABNT NBR 5419 (Partes 1 a 4) e NR-10.
Obrigatório por lei. Em Sergipe, o SPDA está entre as medidas de segurança contra incêndio do Decreto estadual 40.637/2020, e o laudo entra no processo do Atestado de Regularidade do Corpo de Bombeiros (ARCB, o equivalente ao AVCB de outros estados), renovado a cada ano.
Registro real de um ensaio executado pela LAMP, com miliohmímetro digital.
Medimos a continuidade e a resistência de aterramento do SPDA com miliohmímetro digital, conectado diretamente ao poço de aterramento. O resultado mostra se o sistema está dentro dos parâmetros do projeto — e se algo precisa de manutenção antes de virar problema.
Uma descarga atmosférica sem caminho seguro até o solo pode causar incêndio, dano estrutural e risco às pessoas na edificação.
Surtos associados a descargas atmosféricas danificam instalações elétricas e eletrônicas — de servidores a sistemas de automação.
Um SPDA não é "instalar e esquecer": a resistência de aterramento precisa ser medida periodicamente pra garantir que o sistema continua protegendo.
O que mais nos perguntam sobre proteção contra descargas atmosféricas.
Quem responde isso é a análise de risco prevista na NBR 5419, que pesa o tipo de construção, a ocupação, o conteúdo e a exposição do local. Não é uma resposta que se dê por telefone olhando a fachada — e é justamente por isso que ela faz parte do projeto, não do chute.
Provavelmente sim: verificação. Um SPDA não é sistema de instalar e esquecer. O aterramento convive com corrosão, umidade e mudança nas condições do solo, e a resistência que estava correta na entrega pode não estar mais. O ensaio periódico é o que revela isso antes do raio.
É a medição, com miliohmímetro digital conectado ao poço de aterramento, da continuidade e da resistência do sistema. O resultado mostra objetivamente se o SPDA ainda está dentro dos parâmetros do projeto — ou se alguma parte perdeu contato elétrico com o solo.
Não sozinho, e essa confusão é comum. Os captores e o aterramento protegem a estrutura, conduzindo a descarga até o solo. Proteger os equipamentos eletroeletrônicos contra os surtos associados é a Parte 4 da NBR 5419: DPS coordenados nos quadros. Projetamos as duas coisas juntas — e uma instalação pode ter resolvido uma e não a outra.
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Responsáveis técnicos Página mantida pela LAMP Soluções, engenharia elétrica, mecânica e energia solar, com sede em Itabaiana/SE. Responsáveis técnicos da empresa: Hertes Garcia, engenheiro eletricista, e Aline Garcia, engenheira mecânica — ambos registrados no CREA.